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Falta TI na educação ou educação em TI?


Por Fernando Belfort

Hoje convidei o analista de mercado da Frost & Sullivan Mauricio Chede para comentar sobre as oportunidades existentes para TI no setor da educação.

O setor da educação no Brasil vem sendo impulsionado por alguns fatores como o aumento do número de instituições de ensino, programas de inclusão social, que permitem que pessoas com menor poder aquisitivo possam ter acesso à universidades, além do crescimento da oferta de educação a distância.

As instituições de ensino estão cada vez mais utilizando tecnologias para preparar melhor seus professores e estudantes, além de fazer uma gestão planejada com a ajuda de softwares específicos. Essas ações têm atraido a atenção de diversas empresas que visam aproveitar as oportunidades latentes no mercado. Neste sentido, há no setor um movimento não apenas de consolidação de empresas focadas específicamente em educação, como a Moodle e Blackboard, mas também de entrada de  empresas de TI, como Microsoft e Google.

Recentemente a Frost & Sullivan publicou um estudo que teve como objetivo analisar as oportunidades emergentes de TI para o setor da educação e também compreender o grau de adoção de determinadas tecnologias e prioridades de investimento em TI. Segundo os resultados obtidos, uma das tecnologias que merece destaque são os tablets, que já foram adotados por 27% dos entrevistados, enquanto 36% disseram que pretendem adotar esse dispositivo nos próximos 2 anos. Tais números evidenciam o  reconhecimento dos tablets como uma importante ferramenta de ensino, pricipalmente no que diz repeito a interatividade, acesso a conteúdo e economia de papel. Outra tecnologia que segundo o estudo tende a crescer nos próximos anos é a educação a distância, a qual deve ser adotada por 18% dos respondentes nos próximos anos.

Vale notar que o Brasil está dando importantes passos para cada vez mais melhorar seu ensino, através de práticas como educação a distância, além de adotar tecnologias que auxiliam os professores a desenvolverem aulas mais interativas para seus alunos. Essas são ferramentas a mais para aprimorar a qualidade de ensino oferecido, porém ainda existem diversas barreiras que o país precisa atravessar para que possa ser considerado uma referência na educação.

Fonte: http://informationweek.itweb.com.br  

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