Pular para o conteúdo principal

Mais post do Caso Visou: funcionário que chamou cliente de "vagabunda" faz retratação pública


Pedido de desculpas foi publicado na fanpage da loja um dia depois que o assunto ganhou notoriedade ao ser repercutido em um blog do Estadão.com

Tudo começou com um simples atraso na entrega de um produto, algo comum no e-commerce brasileiro e que, normalmente, as lojas conseguem resolver sem grandes traumas. A resposta da empresa à reclamação da cliente insatisfeita, no entanto, não foi nada cordial e acabou gerando uma confusão que foi parar em um dos blogs do Estadão.com.

Segundo o blogueiro Marcelo Duarte, a cliente – a jornalista Nina Gazire – comprou um anel na loja Visou e depois de dois meses não havia recebido o produto. Devido ao atraso, resolveu reclamar, mas não encontrou nenhum canal de contato no site e, então, recorreu à página da empresa no Facebook. E aí teria começado toda a confusão, como se pode ver no print abaixo, reproduzido pelo blogueiro do Estadão.com nesta segunda (10) e publicado pela jornalista em seu perfil na rede social depois do ocorrido.






Com a repercussão, a loja se posicionou nesta terça-feira (11). Em sua fanpage, a loja publicou uma retratação pública assinada pelo funcionário que teria feito as agressões.





A cliente ofendida publicou em seu perfil no Facebook ainda um print de um e-mail enviado por uma das sócias da loja, pedindo desculpas pelo ocorrido.






A jornalista, aparentemente, aceitou a retratação, mas disse que espera que a loja se retrate também com todos os outros clientes que também teriam sido ofendidos. Segundo o blogueiro Marcelo Duarte, outros clientes da Visou teriam passado pelo mesmo problema.

E você: o que achou do caso? Deixe seu comentário.

Fonte: www.administradores.com.br

Veja Também:


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Sonegação não aparece em delação premiada, mas retira R$ 500 bi públicos

Empresário que sonega é visto como vítima do Estado OS R$ 500 BILHÕES ESQUECIDOS Quais são os fatores que separam mocinhos e vilões? Temos acompanhado uma narrativa nada tediosa sobre os “bandidos” nacionais, o agente público e o político corruptos, culpados por um rombo nos cofres públicos que pode chegar a R$ 85 bilhões. Mas vivemos um outro lado da história, ultimamente esquecido: o da sonegação de impostos, que impede R$ 500 bilhões de chegarem às finanças nacionais. Longe dos holofotes das delações premiadas, essa face da corrupção nos faz confundir mocinhos e bandidos. O sonegador passa por empresário, gerador de empregos e produtor da riqueza, que sonega para sobreviver aos abusos do poder público. Disso resulta uma espécie de redenção à figura, cuja projeção social está muito mais próxima à de uma vítima do Estado do que à de um fora da lei. Da relação quase siamesa entre corrupção e sonegação, brota uma diferença sutil: enquanto a corrupção consiste no desvio ...

SAT-CF-e: SEFAZ/SP muda sistema para a emissão de nota fiscal a partir de julho

O Emissor de Cupom Fiscal, aquela maquininha usada pelos lojistas para emitir a nota fiscal para o consumidor, em papel amarelo, vai, gradualmente, sair do comércio paulista. A partir do dia 1º de julho deste ano, cerca de 8 mil postos de gasolina e todos os comerciantes que possuem o equipamento com mais de cinco anos de uso serão obrigados a utilizar o chamado Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos (SAT-CF-e), instalado em nova maquininha. A substituição é muito mais do que uma simples troca de equipamentos. O novo sistema vai permitir que a Secretaria da Fazenda paulista acompanhe diariamente a venda de uma loja, o que, para o fisco, é também uma forma de inibir a sonegação de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). O SAT-CF-e nada mais é do que um equipamento homologado pelo fisco capaz de transmitir a informação de venda da loja para a Secretaria da Fazenda sem a necessidade de o lojista intervir ou formatar arquivos, como ...

SPED | As Luízas do SPED

Texto muito legal do amigo e mestre Roberto Dias Duarte. Não deixe de ler Alguns comemoram, outros lamentam. O decreto presidencial que criou o Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) completou cinco anos neste primeiro mês de 2012. Em verdade, é uma legislação relativamente singela que define, basicamente, o que ele é e quem são seus usuários. Na prática, o que impacta na vida de todas as 6 milhões de empresas brasileiras (e dos 21 milhões de empreendedores “informais”) são os projetos do SPED, ou seja, a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), a Escrituração Contábil Digital (ECD) e a Escrituração Fiscal Digital (EFD), entre outros. Poucos se lembram, mas o SPED nasceu antes mesmo de sua “certidão de nascimento”, o Decreto 6.022, de 15 de dezembro de 2006. A Escrituração Fiscal Digital (EFD) do ICMS e do IPI foi instituída pelo Convênio ICMS nº 143. Em 14 de setembro de 2006, a primeira NF-e foi emitida e autorizada pela Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul, com valid...