Pular para o conteúdo principal

Veja os 15 cargos com os maiores salários de São Paulo

Controller lidera a lista com ganho mensal médio de R$ 11.125,38.
Médicos e engenheiros são maioria entre as melhores remunerações.

Os controllers, profissionais da área contábil, com profundo conhecimento de administração, são os mais bem remunerados na cidade de São Paulo, segundo pesquisa da Catho que listou os 15 cargos com os maiores salários.

O levantamento foi feito com profissionais de todos os níveis hierárquicos e avaliou a média salarial mensal de cada profissão. A empresa também divulgou uma outra lista, somente com os maiores salários entre os cargos executivos de nível hierárquico maior.

Na segunda colocação da lista geral ficou o posto de médico clínico geral, com salário médio mensal de R$ 9.806,43. Em terceiro aparece o cargo de médico do trabalho, com 9.758,80.

Na quarta posição está o posto de médico auditor, com salário de R$ 9.493,13. No quinto lugar está o médico ginecologista, com remuneração de R$ 9.440.

Veja a lista completa:
 1) Controller (financeiro) - R$ 11.125,382
2) Médico clínico geral - R$ 9.806,43
3) Médico do trabalho - R$ 9.758,80
4) Médico auditor - R$ 9.493,13 
5) Médico ginecologista - R$ 9.440
6) Médico psiquiatra - R$ 8.966,67
7) Engenheiro de planejamento e controle - R$ 8.857
8) Engenheiro de planejamento - R$ 8.701,64
9) Médico dermatologista - R$ 8.666,67
10) Arquiteto de sistemas - R$ 8.568,71
11) Arquiteto de soluções - R$ 8.208,33
12) Engenheiro orçamentista - R$ 8.100,60
13) Projetista hidráulico - R$ 8.008,06
14) Especialista financeiro - R$ 7.648,64
15) Arquiteto Java - R$ 7.643,16

Na lista que contempla só cargos executivos de nível hierárquico maior, o posto de diretor industrial aparece como o profissional melhor remunerado de São Paulo, com média mensal de R$ 22.296,31. Diretor de negócios e diretor de obras completam a lista dos três cargos de melhor salário da cidade, com R$ 21.457,14 e R$ 21.383,33, respectivamente.

Veja a lista de cargos executivos:
1) Diretor industrial - R$ 22.296,31
2) Diretor de negócios - R$ 21.457,17
3) Diretor de obras - R$21.383,33
4) Diretor jurídico - R$ 20.362,58
5) Diretor de operações - R$ 19.792,41
6) Diretor geral - R$ 18.971,40
7) Diretor de recursos humanos - R$ 18.120,80
8) Diretor de tecnologia da informação - R$ 16.275,94
9) Diretor de logística - R$ 16.000
10) Diretor de vendas - R$ 15.965

A pesquisa também analisou os impactos dos níveis de escolaridade dos profissionais em diferentes níveis hierárquicos. Para um diretor, por exemplo, uma pós-graduação pode representar um aumento salarial de até 91,80%, de R$ 7.023,20 para R$ 13.741,14.

E quando o assunto é o conhecimento em um segundo idioma, a diferença salarial não fica para trás. No caso dos supervisores, falar outra língua pode aumentar o salário em até 76,73%, de R$ 2.753,74 para R$ 4.866,58. Já para os gerentes, o ganho mensal pode ser de até 65,69% maior, de R$ 5.563,90 para R$ 9.219,07.

A Catho divulga a cada três meses uma atualização da sua Pesquisa Salarial e de Benefícios. Este recorte faz parte da 49ª edição, que contou com mais de 233 mil respondentes em 2.154 cidades brasileiras.

Fonte: G1

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Sonegação não aparece em delação premiada, mas retira R$ 500 bi públicos

Empresário que sonega é visto como vítima do Estado OS R$ 500 BILHÕES ESQUECIDOS Quais são os fatores que separam mocinhos e vilões? Temos acompanhado uma narrativa nada tediosa sobre os “bandidos” nacionais, o agente público e o político corruptos, culpados por um rombo nos cofres públicos que pode chegar a R$ 85 bilhões. Mas vivemos um outro lado da história, ultimamente esquecido: o da sonegação de impostos, que impede R$ 500 bilhões de chegarem às finanças nacionais. Longe dos holofotes das delações premiadas, essa face da corrupção nos faz confundir mocinhos e bandidos. O sonegador passa por empresário, gerador de empregos e produtor da riqueza, que sonega para sobreviver aos abusos do poder público. Disso resulta uma espécie de redenção à figura, cuja projeção social está muito mais próxima à de uma vítima do Estado do que à de um fora da lei. Da relação quase siamesa entre corrupção e sonegação, brota uma diferença sutil: enquanto a corrupção consiste no desvio ...

SAT-CF-e: SEFAZ/SP muda sistema para a emissão de nota fiscal a partir de julho

O Emissor de Cupom Fiscal, aquela maquininha usada pelos lojistas para emitir a nota fiscal para o consumidor, em papel amarelo, vai, gradualmente, sair do comércio paulista. A partir do dia 1º de julho deste ano, cerca de 8 mil postos de gasolina e todos os comerciantes que possuem o equipamento com mais de cinco anos de uso serão obrigados a utilizar o chamado Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos (SAT-CF-e), instalado em nova maquininha. A substituição é muito mais do que uma simples troca de equipamentos. O novo sistema vai permitir que a Secretaria da Fazenda paulista acompanhe diariamente a venda de uma loja, o que, para o fisco, é também uma forma de inibir a sonegação de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). O SAT-CF-e nada mais é do que um equipamento homologado pelo fisco capaz de transmitir a informação de venda da loja para a Secretaria da Fazenda sem a necessidade de o lojista intervir ou formatar arquivos, como ...

SPED | As Luízas do SPED

Texto muito legal do amigo e mestre Roberto Dias Duarte. Não deixe de ler Alguns comemoram, outros lamentam. O decreto presidencial que criou o Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) completou cinco anos neste primeiro mês de 2012. Em verdade, é uma legislação relativamente singela que define, basicamente, o que ele é e quem são seus usuários. Na prática, o que impacta na vida de todas as 6 milhões de empresas brasileiras (e dos 21 milhões de empreendedores “informais”) são os projetos do SPED, ou seja, a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), a Escrituração Contábil Digital (ECD) e a Escrituração Fiscal Digital (EFD), entre outros. Poucos se lembram, mas o SPED nasceu antes mesmo de sua “certidão de nascimento”, o Decreto 6.022, de 15 de dezembro de 2006. A Escrituração Fiscal Digital (EFD) do ICMS e do IPI foi instituída pelo Convênio ICMS nº 143. Em 14 de setembro de 2006, a primeira NF-e foi emitida e autorizada pela Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul, com valid...