Pular para o conteúdo principal

Sefaz de Goiás realiza operação para fiscalizar IPVA com o uso de tecnologia OCR (Reconhecimento Óptico de Caracteres)






Meus comentários: O sucesso da operação reside no uso de radares com tecnologia OCR (Reconhecimento Óptico de Caracteres) que lê a placa do veículo e detecta instantaneamente possíveis irregularidades. Somente os carros irregulares são parados !!!

Em blitz realizada hoje (terça-feira), em Goiânia, os fiscais da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) e agentes do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar apreenderam 44 veículos que constavam em atraso com o IPVA. A operação está sendo desenvolvida em vários pontos do Estado com auxílio de radares com tecnologia OCR (Reconhecimento Óptico de Caracteres) que detecta instantaneamente possíveis irregularidades, por meio da leitura óptica da placa. O uso do equipamento é possível graças a uma parceria entre a Sefaz e a Secretaria de Segurança Pública de Goiás.

Somadas, as autuações na capital resultaram em R$ 46,3 mil em recolhimento de IPVA para o Estado. Após a quitação do débito, quase todos os veículos foram liberados. Apenas um deles, um carro de luxo, ainda está apreendido - neste caso o atraso no imposto soma mais de R$ 7 mil.

A ação também foi realizada, ontem e hoje, em Formosa, região do Entorno do Distrito Federal. Foram apreendidos 48 veículos, gerando recolhimento de cerca de R$ 40 mil em IPVA. De acordo com o supervisor de fiscalização da Delegacia Regional de Luziânia, Sergimar Soares, oito carros foram recolhidos em depósito e aguardam a quitação por parte do proprietário. Além da unidade de Formosa, ligada à DRF de Luziânia, as blitze contaram com apoio da Guarda Municipal, Polícia Militar e Ciretran do município.

Comunicação Setorial - Sefaz GO com adaptações

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Fisco notifica empresas do Simples para buscar quase R$ 1 bi em tributos atrasados

Serão cobradas omissões de 2014 e 2015
A Secretaria da Receita Federal informou que vai notificar nesta semana, por meio da página do Simples Nacional na internet, 2.189 empresas inscritas no programa para quitarem quase R$ 1 bilhão em tributos devidos. O alerta é fruto de uma ação integrada com fiscos estaduais e municipais.
Segundo o subsecretário de Fiscalização da Receita Federal, Iágaro Martins, as empresas serão notificadas quando elas entrarem no site do Simples Nacional para gerar a guia de recolhimento do imposto devido, procedimento que elas têm de fazer todos os meses. Antes de conseguirem gerar a guia, serão informadas pelo órgão sobre as divergências.
As empresas do Simples notificadas terão até o fim de setembro para regularizarem sua situação. Se não o fizerem até lá, os fiscos federal, estaduais e municipais envolvidos na operação avaliarão o resultado do projeto e identificarão os casos indicados para "abertura de procedimentos fiscais" - nos quais são cobra…

Contabilidade Digital

Iniciamos 2017 com algumas mudanças no Lucro Real como a obrigatoriedade de apresentação de assinatura de 02 contadores na retificação (correção) de registros contábeis de anos anteriores já enviados á Receita Federal pela ECD – Escrituração contábil Digital, que nada mais é que a própria contabilidade digital (Balanço, DRE, Balancete). E ainda caso a contabilidade seja considerada imprestável pelo Fisco será tributada pelo Lucro Arbitrado onerando um adicional de 20% no cálculo do IRPJ, sendo contabilidade imprestável aquela cujos registros contábeis não retratam a realidade financeira e patrimonial da empresa.
Diante deste cenário, vimos orientá-los de obrigações legais que as empresas devem estar atentas de forma a diminuir o risco tributário e não sofrer com penalidades do Fisco. Estamos numa era digital, onde o Fisco investe em tecnologia da informação ao seu favor para aumentar a arrecadação, fiscalização e combate a sonegação, bem como falhas dos contribuintes nos controles da…

Tese de que contador não se beneficia com sonegação faz empresária ser condenada

Em casos de sonegação fiscal, quem se beneficia é o empresário, e não o contador que supostamente teria cometido um ato ilegal. Foi essa a linha seguida pelo Ministério Público em um caso que acabou com a condenação, determinada pela 25ª Vara Criminal de São Paulo, de uma sócia de distribuidora de cosméticos por sonegação de Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
Segundo a denúncia, entre os meses de março e dezembro de 2003 a acusada inseriu números inexatos em documentos exigidos pela lei fiscal, causando um prejuízo ao fisco de aproximadamente R$ 1 milhão.
O juiz Carlos Alberto Corrêa de Almeida Oliveira afirmou que caberia à empresária manter em ordem livros fiscais e demais documentos que demonstrem a lisura das informações prestadas à autoridade fiscal e, diante disso, condenou-a à pena de três anos de reclusão – com início no regime aberto – e pagamento de 15 dias-multa, no valor mínimo unitário legal, substituindo a pena privativa de liberdade por duas r…