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GANHE ATÉ R$9.500,00 POR MÊS TRABALHANDO APENAS 3 HORAS POR DIA.

Olá! Antes de começar, não se trata de uma fórmula mágica, marketing de rede ou qualquer coisa enganadora. Trata-se apenas da pura observação deste autor e fruto de entrevistas com pessoas que já o fazem. Agora vamos ao assunto!

O final de semana está começando, o mês acabando e você aí pensando: “É… O dinheiro acabou no dia 15 e eu estou aqui neste aperto de grana danado!” Para 90% da população do Brasil isto é uma verdade (inclusive pra mim:)).

Como o objetivo deste blog é sempre trazer ao leitor algum assunto relacionado à tecnologia ou negócios, desta vez gostaria de lançar uma nova categoria: “Quebra de paradigma”. (Calma, vou contar como você vai ganhar este dinheiro todo)

Viu a imagem lá em cima? Pois é! Esta é a imagem predileta daqueles que lucram até R$9.500,00 por mês e só trabalham 3 horas por dia. Mas como isso é possível? Como alguém pode lucrar algum dinheiro com o tráfego cada vez mais lento?

Explico (agora leia com atenção!): Vendendo! Você já deve ter se deparado com vendedores ambulantes (sempre achei este termo pejorativo) com cara de moradores das mais variadas comunidades gritando entre um semáforo e outro: “Olha a água e a pipoca”, “Pipoca pra matar a fome”, “Água pra matar a sede” e por aí vai não é?

Por um acaso hoje conheci uma destas pessoas. E como meu foco está sempre em observar modelos de negócios (formais ou não) e como os ciclos operacionais podem gerar riqueza, comecei a fazer algumas perguntas para o rapaz (acompanhe o diálogo abaixo e entenda porque uma quebra de paradigmas pode mudar o seu cenário):

Eu: – Oi! Você vende estas pipocas todos os dias?
Maycon: – Não! Só de segunda à sexta, entre as 5 e 8 da noite.
Eu: – Mas e aí? Dá algum dinheiro?
Maycon: – Ah… Já deu mais dinheiro sabe. Hoje tem muita concorrência.
Eu: – É mesmo? Mas se hoje é ruim, quantos fardos de pipocas você vende por dia?
Maycon: – Hoje? Em dias normais eu vendo cerca de 3 fardos e meio, em dias de maior movimento chego a vender uns 10.
Eu: – E você considera isto uma quantidade ruim?
Maycon: – Sim. Eu vendia mais, muito mais sabe? Mas a crise está me afetando também.
Eu: – E por quanto você compra estes fardos de pipoca Maycon?
Maycon: – Mais ou menos por R$73,00.
Eu: – E vende por quanto?
Maycon: – Depende do trânsito. Tem dia que quando está muito carregado, eu vendo por R$3,00. Mas numa média, vendo muitas por R$2,00.
Eu: – Maycon, você está me falando que vende 350 pipocas por dia, 22 dias do mês por aproximadamente R$2,00 cada uma. Então você fatura mais ou menos uns R$15.400,00 e menos os seus custos, recebe livre uns R$9.500,00?
Maycon: – É mais ou menos isto. Mas tem os gastos de ir lá todo dia né? Tem de buscar a pipoca, levar pro sinal então gasto uma grana com transporte. Mas a crise está me fazendo ganhar menos. Hoje tiro uma média de R$8.500,00.
Eu: – Obrigado Maycon, seu rico! – Me despedi e fui pra casa.

Acontece que por um golpe do destino, precisei buscar meu filho em um bairro vizinho e o trânsito estava daquele jeito. E como parece que o universo conspira à favor de quem busca conhecimento, tive de parar o carro do lado de um outro vendedor de pipocas que se preparava para ir embora. Abri a janela e perguntei: – Ei! Quantos fardos você vendeu hoje? O rapaz parou, pensou e fez contas. Respondeu: -10! e nesta hora precisei arrancar e ir embora. 10 fardos de pipoca em um dia! O cara sozinho, no trânsito, se arriscando por entre os carros faturou nesta sexta-feira R$2.000,00 e se considerarmos os custos, ele lucrou R$1.270,00.

Já entendeu como funciona a mecânica da coisa? A pergunta que não quer calar é: “você trocaria seu emprego, carreira, status pra fazer dinheiro suando no trânsito?” – está na hora de pensar. Estas pessoas não têm faculdade e em muitos casos nem mesmo segundo grau. Não fazem idéia de que ganham pelo menos 3 vezes acima da média do Brasil e vivem entre carro e carro com um sorriso no rosto perguntando: “Vai uma pipoquinha aí?”

Um grande abraço e até a próxima.

Fonte: Jr.mondonça

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Compartilhando idéias e experiências sobre o cenário tributário brasileiro, com ênfase em Gestão Tributária; Tecnologia Fiscal; Contabilidade Digital; SPED e Gestão do Risco Fiscal. Autores: Edgar Madruga e Fabio Rodrigues.

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