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Compliance x governança e a metáfora tributária

Andréia Magalhães é docente na Estácio
de Sá/GO, IPOG e Diretora na CGJGO 
Desde que o Brasil foi descoberto nada aqui é totalmente genuíno e como exemplo cito a gramática brasileira que sempre aceitou vocábulos em diversas línguas inclusive a inglesa. Admitiu-se desde sempre a adaptação das palavras, e recentemente para explicar que todas as empresas precisam estar em conformidade com as leis e normatizações exigidas pelos órgãos públicos fiscalizadores foi adotada  uma nova expressão ‘ Compliance’.
Mais uma vez as organizações encontram-se no direito de obedecer com exatidão inúmeras regras tributárias impostas pela gestão pública, e caso isso não ocorra as penalidades não vão tardar e nem faltar.
Pois bem, a economia lucrativa das unidades produtivas neste país esbarram-se na infinidade de impostos que a elas são imputadas, e daí surge o profissional Compliance  que tem por função a ‘expertise’ em interpretar os instrumentos legais  e os processos que garantam resultados capazes de subsidiar o mapeamento do caminho adequado a ser seguido em cada unidade que atende o mercado econômico.
Os riscos operacionais, fiscais, econômicos e financeiros ficam todos sujeitos a um controle interno e externo eficientes, que na ocasião só se dará se houver uma governança competente e segura no que tange a segurança de prevenção de fraudes bem como a garantia das informações prestadas aos órgãos competentes.
Portanto, a gramática americana neste caso trouxe para destaque um recente e importante profissional no campo da gestão, suscitando uma nova atividade que é específica de controle e reconhecimento   dos sortidos e emergentes procedimentos que legitimam a execução transparente e precisa da conduta de uma empresa para com os sistemas de controle público.

Andréia Magalhães é docente na Estácio de Sá/GO, IPOG e Diretora na CGJGO

Fonte: Folhaz

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