Pular para o conteúdo principal

VOCÊ SABE O QUE “NÃO TER TEMPO” REALMENTE SIGNIFICA?



Olá! Você vive correndo pra lá e pra cá? Não tem tempo pra nada? Pois então eu tenho uma boa notícia pra lhe dar. Você tem exatamente a mesma quantidade de tempo que qualquer pessoa no planeta terra.

Mas o que isso significa?

“Não ter tempo” – como normalmente utilizamos, significa que você está priorizando outros assuntos em sua vida. Isso! Você é a pessoa responsável por não ter tempo. Participei de um seminário algum tempo atrás que o principal ensinamento era voltado ao indivíduo ser realmente responsável por suas ações.

Outra vez, conversando com um amigo fui perguntado se estava fazendo exercícios físicos regularmente. A minha resposta foi simples: -“Não. Neste momento tenho priorizado outras atividades.” – deixei claro que a decisão de não fazer os exercícios foi minha e não de um fator externo do tipo “ah, estou trabalhando muito, não tenho tempo pra isso”.

Quando convida alguém para encontrar-se com você e ela responde que anda meio sem tempo, o significado por trás disto é que a pessoa não quer lhe encontrar naquele momento pois está fazendo coisas mais interessantes ou mais importantes do que passar um tempo com você. Parece duro, mas fazemos isto o tempo todo e é natural e aceitável que isto ocorra. Não significa que a pessoa não gosta de você, não quer estar em sua companhia ou não quer discutir determinado assunto.

Reflexão

O que você tem feito no seu dia a dia? Tem encontrado tempo para as coisas que gosta ou as coisas que você precisa tem tomado todo o seu tempo disponível? À partir reflexão nesta pergunta você poderá chegar a conclusões interessantes sobre si mesmo. Filósofos e outros grandes pensadores da nossa história já diziam: “Quem governa a si mesmo é mais poderoso que os reis”.

por Mauro J. Mendonça Jr

Fonte: Jr.mendonça

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Sonegação não aparece em delação premiada, mas retira R$ 500 bi públicos

Empresário que sonega é visto como vítima do Estado OS R$ 500 BILHÕES ESQUECIDOS Quais são os fatores que separam mocinhos e vilões? Temos acompanhado uma narrativa nada tediosa sobre os “bandidos” nacionais, o agente público e o político corruptos, culpados por um rombo nos cofres públicos que pode chegar a R$ 85 bilhões. Mas vivemos um outro lado da história, ultimamente esquecido: o da sonegação de impostos, que impede R$ 500 bilhões de chegarem às finanças nacionais. Longe dos holofotes das delações premiadas, essa face da corrupção nos faz confundir mocinhos e bandidos. O sonegador passa por empresário, gerador de empregos e produtor da riqueza, que sonega para sobreviver aos abusos do poder público. Disso resulta uma espécie de redenção à figura, cuja projeção social está muito mais próxima à de uma vítima do Estado do que à de um fora da lei. Da relação quase siamesa entre corrupção e sonegação, brota uma diferença sutil: enquanto a corrupção consiste no desvio ...

A RESPONSABILIDADE CRIMINAL DO CONTADOR NO CRIME DE SONEGAÇÃO FISCAL

O ordenamento jurídico prevê diversos crimes tributários e, dentre eles, o delito de sonegação fiscal, consoante o art. 1º, da Lei 8.137/90, verbis : Art. 1° Constitui crime contra a ordem tributária suprimir ou reduzir tributo, ou contribuição social e qualquer acessório, mediante as seguintes condutas: I – omitir informação, ou prestar declaração falsa às autoridades fazendárias; II – fraudar a fiscalização tributária, inserindo elementos inexatos, ou omitindo operação de qualquer natureza, em documento ou livro exigido pela lei fiscal; III – falsificar ou alterar nota fiscal, fatura, duplicata, nota de venda, ou qualquer outro documento relativo à operação tributável; IV – elaborar, distribuir, fornecer, emitir ou utilizar documento que saiba ou deva saber falso ou inexato; V – negar ou deixar de fornecer, quando obrigatório, nota fiscal ou documento equivalente, relativa a venda de mercadoria ou prestação de serviço, efetivamente realizada, ou fornecê-la em desacordo com a leg...

A importância da contabilidade na interpretação da legislação tributária

Introdução Não há dúvidas da importância da contabilidade como ferramenta para os que operam na área tributária, uma vez que esta ciência registra os fatos que também são escolhidos pelo legislador como hipótese de incidência da norma tributária. Este artigo, no entanto, busca apresentar, em breves linhas, outra função da contabilidade, que é auxiliar no processo de interpretação da legislação tributária e na construção da norma jurídica. Como será visto, entretanto, não são todos os teóricos que compartilham desta afirmativa. Teoria Pura do Direito Conforme Paulo de Barros Carvalho (2007, p. 134), no “esforço à busca do sentido jurídico, é importante pôr em evidência, ainda que a breve trecho, a autonomia do direito em relação a outras matérias que lhes são próximas”. Esse é o fundamento da Teoria Pura do Direito, de Hans Kelsen, que consiste em despir o Direito de tudo que não for essencialmente jurídico. Para a Teoria Pura do Direito, portanto, outras ciências, ...